Essa busca nunca foi tão forte. Agora o motivo é outro, nada de Japão ou economia mentirosa. Por enquanto.
Os motivos estão mutiplicando a cada três segundos, parece que se eu gastar um real com algo idiota, eu morro. Isso por enquanto é verdade, ja que no buffet as festas não aparecem enquanto estiverem mudando e reformando os novos locais. E talvez o outro emprego tenha miado (miau). Até agora eu acho que preciso de mais ou menos uns dois mil reais. Isso para muitos aqui pode parecer pouco, mas para mim ja é o suficiente para alcançar todos os meus atuais objetivos.
Do trabalho eu não tenho medo, tenho medo é de não conseguir a tempo. Nas ultimas horas é o que mais me da dor de cabeça, o emprego...
Mas logo logo tudo se ajeitará, ja que acho que consegui uma vaga como digitador de um escritório la, ainda tenho que checar tudo direitinho.
Mas, os meus motivos são plausiveis até pra um urubu patinador.
E espero que chova grana.
Até o/
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Decisões e escola.
Aulas voltando, amigos sendo feitos e a felicidade não mais me parece apenas hipocrisia.
Ultimamente ando conversando com bastante gente nova e algumas delas rapidamente fiquei muito apegado.
Normalmente isso é meio foda assim sabe?
Mas mesmo assim eu ainda fiz uma pequena imagem usando personagens da Explosm.net.
Ai esta ela.

(Clique na imagem para aplia-la)
Dentre essas pessoas, ainda sim algumas são muito fodas.
E um, talvez dois, em julho estarão aqui em São Paulo. E ainda talvez três. E provavelmente dormirão na minha casa.
Então eu estou aguardando que julho chegue rapido.
Dessas pessoas, uma delas pra mim é um pouco diferente, mas isso daqui é um blog, não "Meu Querido Diario", então, logo mais (talvez) as informações apareçam com mais clareza né?
E também espero poder ir pra Uberlandia - MG logo, recebi um convite muito (muito) foda mesmo pra ficar em um lugar muito bom e um convite não muito comum, um dos caras que vem pra SP ofereceu sua casa pra mim poder passar alguns dias la. Pra mim, isso é meio incomum, então além de surpreso eu fiquei feliz pra caral**, e se realmente eu for pra la espero que tudo de certo e eu consiga ficar na casa desse cara. Gosto pra caralho dele! Se ele ler isso, vai saber quem é.
Bom...
Tenho aula daqui a uma hora e meia e é aquela coisa, escola nova, pessoas novas... só espero que meu pancreas chegue completo e eu não tenha aids assim que chegar na escola. Mas isso é coisa boba, vou ver pessoas, hoje, que não vejo a alguns anos, amigos de classe que foram pra essa escola e agora eu estou indo pra la.
Ultimamente ando tendo motivos pra estar feliz, e espero que tudo continue assim.
Para as pessoas citadas acima, um beijo.
Para quem não foi citado, uma bala de hortelã.
Para eu, duas.
Abraços.
Ultimamente ando conversando com bastante gente nova e algumas delas rapidamente fiquei muito apegado.
Normalmente isso é meio foda assim sabe?
Mas mesmo assim eu ainda fiz uma pequena imagem usando personagens da Explosm.net.
Ai esta ela.

(Clique na imagem para aplia-la)
Dentre essas pessoas, ainda sim algumas são muito fodas.
E um, talvez dois, em julho estarão aqui em São Paulo. E ainda talvez três. E provavelmente dormirão na minha casa.
Então eu estou aguardando que julho chegue rapido.
Dessas pessoas, uma delas pra mim é um pouco diferente, mas isso daqui é um blog, não "Meu Querido Diario", então, logo mais (talvez) as informações apareçam com mais clareza né?
E também espero poder ir pra Uberlandia - MG logo, recebi um convite muito (muito) foda mesmo pra ficar em um lugar muito bom e um convite não muito comum, um dos caras que vem pra SP ofereceu sua casa pra mim poder passar alguns dias la. Pra mim, isso é meio incomum, então além de surpreso eu fiquei feliz pra caral**, e se realmente eu for pra la espero que tudo de certo e eu consiga ficar na casa desse cara. Gosto pra caralho dele! Se ele ler isso, vai saber quem é.
Bom...
Tenho aula daqui a uma hora e meia e é aquela coisa, escola nova, pessoas novas... só espero que meu pancreas chegue completo e eu não tenha aids assim que chegar na escola. Mas isso é coisa boba, vou ver pessoas, hoje, que não vejo a alguns anos, amigos de classe que foram pra essa escola e agora eu estou indo pra la.
Ultimamente ando tendo motivos pra estar feliz, e espero que tudo continue assim.
Para as pessoas citadas acima, um beijo.
Para quem não foi citado, uma bala de hortelã.
Para eu, duas.
Abraços.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
"eh" > "é"
Ontem me peguei pensando nisso.
POR QUE?
"eh" e não "é".
Você digita a mesma quantidade de teclas.
Usa os mesmos dedos ou quase.
Depende da pessoa, mas... POR QUE?
porra, eu fico MUITO puto com isso.
O animal escreve "VC EH UN FDP"
Se o "povinho" acostumasse a escrever "Você é um filho da puta", ia dar até gosto de ler.
Mas se você ver alguém digitando assim, pergunte: "Por que? SEU FILHO DA PUTA!"
E de um abrço nele.
=D
POR QUE?
"eh" e não "é".
Você digita a mesma quantidade de teclas.
Usa os mesmos dedos ou quase.
Depende da pessoa, mas... POR QUE?
porra, eu fico MUITO puto com isso.
O animal escreve "VC EH UN FDP"
Se o "povinho" acostumasse a escrever "Você é um filho da puta", ia dar até gosto de ler.
Mas se você ver alguém digitando assim, pergunte: "Por que? SEU FILHO DA PUTA!"
E de um abrço nele.
=D
domingo, 3 de junho de 2007
Agulha rulez
Ja disse um antigo conto de Machado de Assis:
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
Isso nunca foi tão real pra mim.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
umaetrintae8damanha
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Sem criatividade.
Pronto. Ta criado agora eu venho aqui diariamente e escrevo algo que não ira mudar a vida de ninguém, principalmente a minha.
Abraço.
Abraço.
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